Em 2010 eu...



decidi o curso que faria - Hotelaria (mesmo ele sendo outro diferente daquele que eu planejei desde a infância)

comecei a faculdade (um mês depois de ter escolhido o curso)

conheci pessoas bem diferentes

aprendi com algumas delas (as from roça) que o fato de morar em uma cidade grande me permite certas loucuras (já que possivelmente não verei os mesmos rostos outra vez)

segui (algumas vezes) a filosofia acima

perdi contato com algumas pessoas

mantive com outras

odiei

amei

não me apaixonei

não mantive uma dieta

li menos livros do que o ano passado

continuei apaixonada por vampiros

comecei a me entregar aos lobisomens e anjos (os caídos)

comecei a estagiar

passei a valorizar mais os fins de semana

tive vontade de matar vários seres (humanos)

perdi um gato

ganhei uma gata

fui malvada (muitas vezes)

fui legal (só se a pessoa merceia e/ou se era conveniente para mim)

tive várias quedinhas por caras (e mesmo que eu tentasse evitar, a maioria deles era japa)

fui mais real com os outros (comigo eu costumo ser sempre)

fiquei com saudades (sabe quando bate a nostalgia?)

Quase larguei a faculdade (se eu tivesse ido mal nas provas, já tinha planos de vazar para Gastronomia)

percebi que muitas vezes me superestimava (baita golpe no orgulho)

por alguns momentos, voltei a ser a pessoa introspectiva e fechada que eu era

contei muito com a sorte

fiquei loira

não aguentei e voltei ao castanho

continuei sendo essa contradição ambulante semi-bipolar.

Como se livrar de um vampiro apaixonado

Sabe como é, dia de cuva em São Paulo, trânsito eterno, o quádruplo do tempo que você leva normalmente para chegar em casa. Um inferno na terra... Passei pela livraria, olhei a pilha de livros pops, anjos, romances adolescentes, vampiros. Peguei alguns que eu estava interessada, sempre fugindo dos vampiros, mas...
Eu o vi...
Uma capa linda, um título divertido e uma sinopse legal:

Jessica Packwood levava uma vida tranquila no interior da Pensilvânia e esperava ansiosamente pelo início do último ano escolar. Seus planos eram se formar e conseguir uma bolsa de estudos para a faculdade, ganhar a olimpíada de matemática e namorar seu colega Jake Zinn.
Mas aí um novo aluno esquisitão (e muito gato) chamado Lucius Vladescu aparece do nada, dizendo que Jessica pertence à realeza vampírica e lhe foi prometida em casamento para selar a união entre os clãs mais poderosos dos vampiros. E de repente Jessica percebe que sua vida está prestes a virar de pernas para o ar.
Para completar, Lucius fica hospedado na casa dela e faz de tudo para conquistá-la e atrapalhar seu flerte com Jake. Com a desculpa de que está fazendo intercâmbio, ele gruda em Jessica na escola e humilha todos os outros alunos da aula de literatura. O romeno esnobe e perfeitinho tira a garota do sério, mas logo começa a se encantar pelo estilo de vida local e a rever seus conceitos.
Jessica, por sua vez, vivencia uma importante autodescoberta e sofre uma transformação física e psicológica, fazendo as pazes com o seu passado e chegando a uma encruzilhada: ela deve ignorar o pacto de casamento e tocar sua vida simples ao lado da família e do namoradinho do colégio ou se abrir para uma experiência surreal e se unir a Lucius por toda a eternidade?
Em seu livro de estreia, Beth Fantaskey mesclou humor, fantasia, romance e terror para criar uma história surpreendente. Repleto de tiradas sarcásticas, diálogos divertidos e personagens complexos, Como se livrar de um vampiro apaixonado apresenta uma nova forma de enxergar os mortos-vivos mais atraentes da literatura mundial


O que eu podia fazer? Amo vampiros desde que me entendo por gente e este prometia me entreter muito além do que eu planejei a princípio. O preço também não estava nada mal, R$ 24,90. nem pensei duas vezes antes de me dirigir ao caixa.

Li as 300 páginas em poucas horas, de tão envolvente que o livro foi. Agora vou contar sobre ele e já que eu não consigo fazer isso sem contar o final, vou deixar avisado : SPOILER!!

Para começar, a mocinha é legal, sabe, extremamente racional, do tipo que não é iludia facilmente só porque um cara é muito gato e charmoso. E o mocinho... Ri litros com o Lucius! Não que ele não seja misterioso e tenha aquele ar perigoso que eu amo, mas o cara é tão bobo! Sabe aquele principezinho mimado que não entende nada do mundo dos plebeus, e acaba sendo até atrapalhado? Não que ele tenha sido mimado, mas se comporta como tal.

Adoro esses heróis atípicos! Bem, voltando, ele aparece do nada na vida da Jess como seu noivo já esperando que ela caia aos seus pés, o que não acontece, mesmo porque, ela faz questão de ignorar qualquer coisa anormal que esteja acontecendo, só reconhece que o Lucius é um vampiro passando da metade do livro.

Nisso, fugindo dessas complicações, ela começa a se envolver com “atarracado”, que era o jeito que o Lucius chamava o pobre Jake, o garoto popular e bonitinho por quem a Jess tinha uma queda e o Lucius por ciúmes e despeito (é a minha visão da obra, ok?) passa a namorar a vaca do colégio, Faith. Nisso, Jess se toca que ama o Lucius. Agora é só recuperá-lo, afinal, o que um vampiro tão nobre como ele poderia querer com uma humana qualquer como a Faith? Mas o que acontece?

O anta do Lucius resolve romper o pacto do casamento e se afastar de vez da Jess, porque descobre que era uma trama para beneficiar a família dele. Não que não seja um gesto nobre e tal, mas não era necessário uma atitude tão drástica.

Daí que ele simula a própria morte e a Jess fica sozinha naquela entediante cidade do interior, mas não por muito tempo, porque logo descobre o plano e vai à Romênia atrás do bonitão. Mas Lucius já não é mesmo, está revoltado, mal e com um olhar sombrio e sem sentimentos (eu sei, que sexy...), mas ela sabe que precisa salvá-lo da pessoa (?) que se tornou, então jogando cm a própria vida, ela o testa e ele volta ao normal e a transforma em vampira, como ela queria, assim, sem enrolação.

Coisa que eu adorei neste livro é a falta da tão cansativa enrolação, ela não passa oras divagando sobre o cara e a autora também não se prende mito à cenas nem tão importantes. Por exemplo, a batalha do Lucius com tio dele não foi descrita, de repente a Jess chega na Romênia e o tio do Lucius já está morto. As vezes eu até gosto de ação, mas ela pode cortar o clima do livro muito fácil.

Enfim, este é um livro que vale muito a pena, mesmo! Super engraçado e emocionante, com personagens incomuns e cativantes. Uma ótima saída para quem quer rir dos clichês!

Ah, essa literatura angelical...


Acho que qualquer um que tenha a mínima noção de literatura atual já percebeu que a nova moda agora é Anjos.

Daí que eu gostava mais de vampiros...

Bruxos, Demônios ou qualquer outra coisa que pareça perigosa. Até curto anjos, mas sabe.. Só aqueles caídos, ou mesmo anjos rebeldes... Eu gosto de caras certinhos e bonzinhos, mas só na vida real, na literatura o que eu quero mesmo é me arriscar.

O problema é que uma história com um cara fofo e temente a Deus não me anima muito, quer dizer, onde fica o perigo? A possibilidade de ser mal? E todos esses fatores de risco que deixam a história legal?

Provavelmente estou sendo preconceituosa, eu sei que os anjos estão sendo retratados diferente da figura bíblica, com qualidades e defeitos humanos e não como bonequinhos, talvez seja apenas a minha ideia de anjinhos rosados e de cachinhos louros que não me deixa pensar direito, mas ainda assim, anjos não me parecem excitantes...

Mas tudo bem, vou ler algum livro sobre anjos e provavelmente mudar de ideia sobre isso.

Você que sabe...


Sendo bem sincera, eu não gosto de trabalhar em grupo, mas quando a equipe é boa e prestativa, eu até curto, porém, quando os seus professores fazem 25 pessoas fazerem um trabalho juntas, lógico que algumas pessoas surtam. Sabe, aquelas poucas que estão fazendo aluma coisa. Eu sou uma delas.
Nós temos que preparar um evento, e apresentar ele escrito uma semana antes de realizarmos. O problema é que ninguém copera!
Não, tem algumas pessoas, mas é a minoria. O resto só fica na deles esperando que os outros façam. E faculdade não é como escola que você pode chegar para o professor e falar; “fulano não fez nada então vou tirar ele do trabalho”, não, se algo assim acontecer, falhamos como grupo, e estamos sendo avaliados como grupo.

Sabe o que mais me irrita nisso além a irresponsabilidade? É a condescendência total.
É aquela atitude de “façam o que vocês quiserem” ou “vocês que sabem...”, sabe aquelas pessoas que fogem do conflito e só se deixam levar pela maré? Odeio isso! Odeio quem não participa e só fica sentado em uma cadeira imóvel em cada reunião só dizendo “já que vocês vão demorar para resolver, eu vou embora...” eu também não gosto de discussões, mas isso é necessário para resolver um trabalho desse tipo, são muitas pessoas, opiniões diversas, lógico que tem coisas que demoram para serem decididas, mas essa abrida de mão de qualquer participação que a pessoa possa ter me incomoda muito!!

As pessoas reparam...


Eu sou viciada em Clássicos históricos!
Pronto, falei.
Com isso, me refiro àqueles livrinhos românticos de bancas de jornal. Sabe, aqueles que ficam sempre em um canto, aqueles com as capas de melosas de casais com roupas de época...
O prolema é o seguinte: As capas estão se tornando indecentes!

Rsrsrs, não que eu não goste, só que morro de vergonha de segurar em público um livro cujo na capa há um casal nu da cintura para cima se abraçando ou um cara sem camisa de tórax malhado!

Lost in Austen


Amo com todo o meu coração a obra “Orgulho e Preconceito”. Acho fascinante um livro tão antigo apresentar uma personagem feminino tão cheia de convicções e independência.
A história fala sobre Elizabeth Bennet, uma mulher criada por uma família do campo pobre e não muito bem educada. Elizabeth não era a mais bonita, não era a mais rica, não era a mais talentosa, não havia nada nela, além de sua personalidade que a destacasse. Mas mesmo assim, ela conquistou o melhor partido do lugar, Mr. Darcy.
Ele se declarou a ela, mas ela não gostava dele, de fato, a atitude do homem até então havia sido deplorável. E então, Lizzy deu o fora no cara.
Quero dizer, quantas mulheres seriam capazes de dar um fora em um cara tão lindo e rico? (nem sobre mim posso ter certeza da resposta)
Mas no fim, ele mostra que é um cara legal, a conquista e eles vivem felizes para sempre.


Mas de repente, surge uma nova minissérie, “Lost in Austen”. Que conta a história de Amanda Price, uma mulher moderna, que também ama com todo o seu coração a história de amor de Elizabeth e Mr. Darcy. Um dia, então, Elizabeth Bennet acaba aparecendo no seu banheiro e a própria Amanda vai parar na época de Elizabeth.
Presa em um novo “mundo”, Amanda tenta fazer com que as coisas aconteçam como no livro, mas não consegue a a história toma rumos completamente imprevisíveis. Inclusive ela se apaixona por Mr. Darcy (o que nunca foi sua intenção), e ele por ela.
O final é completamente inesperado e por isso mesmo, lindo!
Jane Austen se reviraria no túmulo com isso, mas ainda assim, foi uma das melhores adaptações de clássicos que já assisti.






(ri muito nessa cena...)

A mocinha ainda mais deslocada e mocinho não mais tão perfeito


Uma vez, eu fiz um post sobre o livro “Para sempre”, da série “Os imortais”. Falei sobre a mocinha, (Ever), e do quanto ela tinha atitude.
Nesse segundo livro, novamente, ela foi até mais esperta do que eu seria em algumas partes.
Ela “teve” a opção de salvar sua família, de voltar no tempo, impedir que eles morressem, que a sua vida mudasse. Mas para isso, ela também abriria mão do amado Damen, o bonitão imortal que a transformou em imortal.
Entre concertar um erro do passado (salvando assim sua família e retomando a vida que tinha antes) ou ficar com o seu amor, o que fazer?
Diferente da maioria das mocinhas, ela escolhe a primeira opção! Claro, é o correto a fazer, é o que eu faria!
Quer, dizer, não é correto por que EU faria, só que é a opção racional. Além de que, se ela voltasse ao passado e impedisse a morte de seus pais, ela não teria sofrido horrores (e essa menina sofreu!) e também NÃO teria conhecido o Damen. Simples assim. Indolor.

Bem, não deu certo de qualquer modo, mas esse não é o ponto principal.
A sinopse do livro é a seguinte:

“Ever é agora uma imortal. Iniciada nesse mundo desconhecido e sedutor por seu eterno amado, Damen, está empenhada em conhecer e dominar suas novas habilidades, mas algo terrível começa a acontecer. Acometido por uma doença misteriosa que ameaça, inclusive, sua memória, Damen não percebe que seus poderes se estão esvaindo – enquanto Ever se sente cada vez mais forte.

Desesperada para salvá-lo, ela viaja até a dimensão mística de Summerland, onde não apenas toma conhecimento da misteriosa história de Damen, brutal e torturante, mas também tem acesso aos segredos que regem o Tempo.

Com a lua azul que se aproxima, anunciando uma oportunidade única de se projetar para o passado ou para o futuro, Ever é forçada a decidir entre voltar no tempo e impedir o acidente que tirou a vida de toda a sua família ou ficar no presente e salvar Damen, que parece definhar a cada dia.”


Pois, é, no livro, Damen simplesmente se esquece do amor que tinha pela Ever, mas ao envés de virar uma zumbi depressiva, ela percebe que algo está errado. Mesmo com tudo contra ela, ela persiste e confia em sua intuição.
Ela não se deixa enganar pela beleza do vilão, Roman, e nunca cede, independente do quão charmoso ele possa ser (mas não para mim, não curto caras muito simpáticos e/ou sociaveis). Sem precisar de proteção ou depender de alguém (apesar de ter tido uma ajuda de uma astróloga), ela resolve todo o mistério e confirma sua suspeita sobre Roman.

Até aí tudo bem, ela foi esperta, e avançou mais do que eu teria feito no lugar dela (provavelmente, eu teria desistido bem antes).
O que me chocou foi o seguinte, no final, quando o Damen está morrendo, a idiota confia no vilão e ferra tudo!
Ela acredita que ele pode curar o Damen, e faz o que ele pede, provocando assim...

ABSTINÊNCIA SEXUAL ETERNA!

É mais ou menos assim: Damen foi curado, mas eles não podem trocar fluidos corporais porque seus DNA não podem se misturar, se não, o bonitão morre! Sem abraços, sem beijos e muito menos sexo.

Ao final, Roman diz que ele pode ter uma cura para a “maldição”, mas o maldito desaparece!
Espero sinceramente que o próximo livro mostre que eu estou errada e que tudo tenha tido um propósito!

E principalmente, que a história tenha um final feliz!

Dark Shadows


Minhas “Coisas” cinematográficas favoritas:

1.Jhonny Depp
2.Tim Burton
3.Vampiros

E agora juntos num filme só!!

Dark Shadows será uma adaptação da série televisiva de 1966, que conta a história de Barnabas Collins (Johnny), um vampiro que beira os 200 anos de idade que é libertado de seu caixão para ajudar e aterrorizar os habitantes da cidade de Collinwood. Na série ainda há bruxos, lobisomens, monstros e até viagens no tempo! Lógico que vai ser difícil passar os cerca de 1200 episódios em um filme, mas com um universo tão rico e fantasioso, onde o Tim vai ter toda a sua liberdade, tenho certeza de que será um excelente filme!

Bela Adormecida? Nããã... Malévola é o que há!


P:Qual é o meu conto de fadas menos preferido?
R:A Bela Adormecida

(Depois vem Alice no País das Maravilhas...)

Não é notícia nova, mas o Tim Burton vai fazer um remake no clássico. Lógico que vai ser a lá Tim Burton!
Dessa vez a história será focada em Malévola, a fada má e o filme se chamará Maleficent (Dã...).

Ainda não sei se gosto ou não disso. Alice foi uma decepção, eu esperava tanto e quase dormi no cinema (não assisti em 3D...). Agora ele vai tentar dar um jeito em mais um conto de fadas entediante, e pode não conseguir.

O Tim é o meu diretor favorito. Mas quando ele tem toda a liberdade para produzir o que ele de fato deseja. Claro que a Disney foi importante na minha vida, é até hoje, mas não acho que misturar esse mundo “fofo” dela com o mundo “excêntrico” do Burton seja sempre uma boa ideia.

Talvez eu esteja sendo preconceituosa ao pensar assim. Talvez Alice no País das Maravilhas tenha sido um excelente filme. Mas não estou criando muita expectativa para essa produção.

Por enquanto, prefiro Tim Burton fazendo filmes de Tim Burton!

Hardneja Sertacore

Não curto muito sertanejo... Na verdade, não gosto mesmo de sertanejo. Mas tenho que admitir que algumas músicas do gênero marcaram muito a minha vida, em especial a minha infância. Quando eu era pequena, só se ouvia duplas como “Leandro & Leonardo”, “João Paulo & Daniel”, “Zezé di Camargo & Luaciano”, “Chitãozinho & Xororó”, etc. Muitos momentos felizes e marcantes aconteceram com suas músicas ao fundo, mas hoje em dia, meu gosto musical é diferente, ainda que essas músicas (♪“vem meu céu, meu pão-de-mel, meu bem quereeer...”, “pense em mim, chore por mim, liga pra mim, não, não liga pra ele...”, “Estou apaixonado, e esse amor é tão grandiii...”, “e nessa loucura, de dizer que não te queto, vou negando as aparências, disfarçando as evidências, mas pra que viver mentindo, se não posso enganar meu coraçãããão...”♫) me emocionem.
Lá estava eu vagando pela net, quando cismo de ouvir uma dessas pérolas, e me aparece o seguinte:
HARDNEJA SERTACORE - PENSE EM MIM
“Deve ser uma mistura de sertanejo com hardcore...”, foi minha nada óbvia dedução sobre a banda.
Cliquei no link, ouvi, e adorei! Depoois disse ouvi todas as demais como “Evidências”, “Dormi na praça”, “Pão-de-mel”, “Você vai ver”, e mais um monte, até umas mais moderninhas como “Fada”.
Muito bem feito o ramake, as músicas da banda são empolgantes e bregas ao mesmo tempo, curti.

Anime novo

Talvez eu esteja meio atrasada, mas só hoje descobri algo...

Supernatural vai virar anime!!

“A Warner Bros do Japão acaba de anunciar um novo projeto especial que vai produzir o anime da série americana Supernatural (Sobrenatural no Brasil) de Ric Kripke. O Supernatural The Animation será produzido pelo estúdio Madhouse (Trigun, Death Note) e a previsão de lançamento é para janeiro de 2011.

O DVD/BD Supernatural The Animation First Season Vol.1 será lançado dia 12 de janeiro de 2011. Só não foi confirmado ainda se o anime vai ser televisionado no Japão antes do lançamento.”

Parece que série animada vai ter 22 episódios e tratará parte da história que não foi contada na série americana.
Quer dizer, como se eu já não fosse fã de Supernatural, ainda sou fã de animes! E ainda será produzido pelo mesmo estúdio do Death Note, que é um dos meus animes favoritos!!

Site Oficial: aqui
Ainda não tem muito material da série na net, só achei esses esboços dos protagonistas.





Sinceramente, acho que dava para ser melhor... Mas enfim, é Supernatural!!

Preto ou branco? Talvez o cinza!

Pela primeira vez na vida, comi açaí.
Nunca tive muita vontade de exprimentar, sempre rolava aquela curiosidade básica, mas nada que não pudesse ser superada por outro alimento conhecido.
Pedi uma porção pequena, com leite condensado e granola. Dei a primeira colherada, saboreei, engoli. Repeti o processo, e então fiquei com uma dúvida: “Eu gosto disso ou não?”
Pouco tempo depois, na aula de cozinha, comi salmão com molho de maracujá (que levava polpa, mel, creme de leite, alho, cebola, salsinha, manteiga e vinho). O molho era DOCE, no PEIXE (sempre detestei misturar doce com salgado no prato). Comi, saboreei, mas não sei se gostei ou não.
Pensando nisso, tem uma porção de coisas sobre as quais estou indecisa, como por exemplo:


-Coca Cola (se tiver que tomar, até tomo, mas nunca vai ser minha primeira escolha, e até prefiro tomar água)










-Azul (meu problema com essa cor, é que a acho muito comum. Todo mundo gosta de azul. Não importa pra onde você vai, sempre vai ter alguém usando azul. Opinião que não se aplica ao preto...)




-Praia (tenho nojo de praia. Aquele esgoto, urina, fezes, vômitos, sêmen... Sem contar que aquele sal da água é uó! Mas se for uma praia mais afastada e limpa -tipo a Lagoa Azul- eu até curto)




-Botas extra-longas (sei que está na moda, é tendência forte. Até acho bonita. Mas não consigo tirar a imagem de bota de puta da minha cabeça. Ou então, de fetiche... )









-Paulo Coelho (li a maioria dos livros dele, foi uma leitura interessante, mas não indispensável, como a maioria dos livros que leio)











-Alice no País das Maravilhas (sinceramente, me decepcionei com o filme, achei meio entediante, e broxei com a dancinha do chapeleiro. Mas pode ter sido apenas porque a minha expectativa era muito grande -BURTON e DEPP: Tenho que falar mais alguma coisa?-, mas até que não foi perda de tempo, provavelmente vou assistir novamente... )


Tem mais um monte de inclassificáveis na minha vida, mas talvez isso seja até bom, porque de certo modo, amplia meus horizontes.

Sorry, I no ablo nada very good, amore


Inglês.
Pois é, o tão essencial inglês.
Comecei o curso.
Ou melhor, re-re-recomecei.
É a terceira vez que começo um curso de Inglês. Sempre adiei isso e fiz um monte de outros cursos (cursos de Comunicação, Gestão Empresarial, Informática, Violino, Tear (isso mesmo, TEAR),...). Acontecia que eu nunca tinha muito saco para isso (apesar de Português sempre ter sido minha matéria favorita), não achava ser tão útil e tinha muito mais com o que ocupar o meu tempo.
Desde criança, estava decidida a ser psicóloga, mas um mês antes do vestibular, decidi que não queria isso para a minha vida (o dia inteiro aguentando gente complexada? Não, obrigada...). Então, num insight, veio Hotelaria à minha cabeça.
Passei na facu, comecei as aulas, e... percebi que o Inglês é fundamental nessa área.
Agora aqui estou eu, correndo atrás do prejuízo, todo sábado das 12:h as 14:h.
Ah, como eu queria voltar no tempo! Quer dizer, que hoteleira precisa saber “tear” na vida??

Não sei o que eu vejo, mas eu vejo

Ele não faz o meu tipo, ele é velho, até meio brega, só de falar que protagonizou novela mexicana já dá uma broxada na gente, se falar então que foi par da Thalia, o pessoal passa longe...
Mas o que eu posso fazer?
Acho o Fernando Colunga um gato!!

Vergonha de mim mesma



Sabe comé... Tá chegando a copa...

Detesto futebol. Tenho até um discurso pronto dizendo porque abomino futebol. Prefiro arrumar a casa (ODEIO isso) a assistir uma partida de futebol.
Ir num estádio tipo Maracanã ou Parque Antártica é um de meus pesadelos. Um dos pré-requisitos que eu busco num namorado é que ele não seja curta muito futebol (difícil, eu sei, mas eu não assisto novela (não as brasileiras) nem programa de fofoca, seria uma troca justa).
Acho uma uma sacanagem os jogadores terem salários tão altos. Me revolto com a alienação das pessoas que não conseguem perceber o quanto o mundo está decaindo à sua volta. E pra piorar ainda tem toda a corrupção envolvida nas negociações.

Mas...

Eu sei, é vergonhoso...

É frustrante...


Mas quando chega a COPA...!

Alguma coisa muda em meu interior, que faz eu acordar a hora que for preciso para ver uma partida do Brasil, que me faz gritar a cada gol da seleção e chingar o juiz com palavras que nunca sairiam da minha boca normalmente. Eu vibro, eu torço, me emociono e de fato, me sinto brasileira.

Não dá para controlar!!

shhhhh... É segredo...


Não é segredo para ninguém que gosto de yaoi.
Para os que não sabem, yaoi é como são chamados no Brasil os mangás/animes japonese com romances entre homens. No Japão, o gênero é mais conhecido como BL (Boy's Love), há várias ramificações do gênero, como o Shonen-ai, que vai desde uma amizade “suspeita a um namorinho discreto, o Yaoi, que tem umas insinuações de sexo, mas nada explícito, o Lemon, que é o desenho do sexo em si, o Hard Yaoi, que é o muito, mas muito explícito mesmo, com cenas mais “fortes”, e assim por diante.
Nunca tive problemas com isso, nunca enxerguei os homos de maneira diferente dos héteros (se fosse um casalzinho de meninos então, eu achava a coisa mais fofa!!) e nunca escondi.
Mas as vezes eu entro em sites de yaoi, seja de mangás, fanfics ou animes e vejo todos usando apelidos e agindo como se aquela fosse uma pessoa diferente de si mesma. Muitas garotas falam que é um segredo da família e amigos o fato de gostarem de ver meninos se pegando ou mesmo de apoiarem isso.
Eu nunca tive essas coisas, sempre fui muito sincera e verdadeira a mim mesma (as vezes, nem tanto aos outros, mas a mim, sim).
A primeira vez que a minha família soube da “peculiaridade”, foi quando eu estava vendo uma cena de Gravitation (anime yaoi) em casa e minha mãe se sentou ao meu lado bem na hora do beijo entre os caras.
Fiquei meio sem jeito e aproveitando que o cabelo de um era roxo, disse:
“É uma menina...”
“Com essa voz?”, ela perguntou, “Achei que fosse um menino.”
Olhei pra ela e séria disse:
“Na verdade é um menino sim, eles são namorados, o Shuichi é vocalista de uma banda e o Yuki é escritor, eles...”
Nisso eu contei um resumo do anime e minha mãe encarou até com naturalidade.
Com a minha avó foi parecido.
Certa vez, depois da escola, fui à casa dela.
Contei à ela toda empolgada que tinha escrito uma história e um monte de gente leu.
Ela ficou toda feliz, aí eu disse que era gay.
Ela apenas riu e achou engraçado.
Por sorte, minha família (pelo menos as mulheres), é muito aberta (tirando os religiosos). Mas se não fosse, também não faria muita diferença, eu sou independente e não gosto de seguir ordens.


Mas o que eu acho idiota é isso das pessoas esconderem seus gostos preocupadas com o que os outros pensem. Claro que eu também já fiz isso, eu era roqueira, usava só preto, curtia bandas macabras, andava com roqueiros (já tive até uma fase gótica), mas nessa época eu morria de insegurança de dizer que também gostava de Spice Girs! Agora eu sou ma mulher que gosta de yaoi, tem seus dias de heavy metal no fone, dança Britney no quarto, assiste romances adolescente, morre de medo de filmes de terror (antes eu não admitia isso e sempre sofria no cinema).
Dava pra fazer uma lista de coisa excêntricas e controvérsias sobre mim que ninguém precisa saber, mas tudo faz parte.
Um cara não tem que ser homofóbico para ser másculo! E uma mulher não vai virar lésbica por que fala com uma!
Então eu continuo gostando de yaoi e ponto!

O fim


Mesmo sabendo que é algo efêmero, passageiro, você ainda deseja que dure para sempre.
Você aprecia cada momento como se fosse o último, porque você sabe que vai acabar. Mesmo que tudo esteja lindo, é temporário. Você sabe disso.
Mesmo que você queira guardar os momentos para sempre, isso não é possível, e o que mais dói é que você tem consciência disso.
É triste, qualquer perda tão significativa quanto esta te abala. Mas a vida continua, o importante é olhar pra frente.
Foi ontem, ontem que finalmente se encerrou mais uma das boas partes da minha vida.
Ontem...
...Acabou meu chocolate da páscoa!!

Até que ficou boa!


Eu estava passando umas fotos para o PC, quando veio uma vontade de ver uns álbuns antigos.
Enquanto eu pensava no quanto o “fotógrafo” era ruim, não pude deixar de rir em alguns momentos.
Percebi que sinto fala disso. Das fotos horríveis e mal produzidas. Era tão mais espontâneo! Não dava para apagar e tirar outra, era sorte mesmo.
Na hora de revelar o filme, era aquela expectativa! Eu tirava foto por foto do envelope e era uma surpresa diferente a cada uma.
Olhos fechados, pupilas vermelhas, um bocejo acidental, alguém que perde o equilíbrio e cai em todo mundo fazendo a foto fica tremida...
E depois, mesmo a foto pavorosa de hoje em dia, recebia o comentário:
“Até que ficou boa!”

PDM


Tem dias que as cores estão diferentes. As pessoas estão diferentes. O tempo está diferente. Os sentimentos estão diferentes.
Tudo.
Não, eu estou diferente.
É o que chamo de PDM.
Não, não é nenhum partido, é apenas a sigla de Paranoia Durante Menstruação.
Não é uma simples TPM (que na verdade, não tem nada de simples), é mais que um estado emocional, é como se o mundo conspirasse em segredo. Em segredo de mim.
Ninguém percebe meu humor diferente. Eu tenho o dom de parecer calma em qualquer situação se eu quiser (mas as vezes não quero XD), mas por dentro...
Mil pensamentos desconexos povoam minha mente.
Eu sofro por mim, sofro pelos outros... Pareço uma mártir (no momento, não posso ver a cara da mãe da Isabela que começo a chorar tomando suas dores...). É um saco. Eu me irrito comigo nesses dias, o mundo parece tão cruel e eu, tão isolada dele...
Ah, que M!!
Ou eu sou blasé demais, ou sou uma mocinha mexicana, assim não dá!

Mããee, eu quero!!!!!!!!!!!!!


Tudo bem que eu ame muito minhas crianças (O Shuichi e a Yue-minha gatina nova), mas que gato lindo é esse??
Tô apaixonada por essa raça "maine coon"!Os gatos são tão grandes e peludos!! Imagina ter um desse sentado no seu colo! Sem contar que a cara do bichinho é linda demais!
Se alguém estiver doando um desses, sou a primeira da lista! (porque o preço está muito, muito longe mesmo do meu alcance... R$ 1.800 a R$ 3.000!)

Faxina no Orkut



Vida nova...
Novos planos, novas ocupações, novas pessoas, novo orkut...
Nunca mudei tanto como nesses três últimos anos, lendo meus antigos diários, isso ficou ainda mais pronunciado.
Abri o orkut e logo vi as comunidades. Eu não costumo sair ou revisitar as comunidades do orkut, geralmente eu só entro, voto em alguma enquete interessante e esqueço.
Mas... Tinha cada pérola ali.
Decidi: Faxina no Orkut
Aquelas sobre bandas góticas e metal melódico que eu curtia saíram rapidinho. Eu gostava, mas agora nem consigo ouvir.
Talvez as piores eram as relacionadas ao Daniel Radcliffe, que por alguns anos foi o meu exemplar de homem perfeito (é, meu passado me condena...). Bizarrices como “Daniel Radcliffe: Meu marido”, “Me abana, é Dan Radcliffe”, “Assim você me mata Daniel... *com a foto dele pelado*”, ou até “Cho Chang tem cara de bolacha (nessa eu continuei)”.
Tirando a exceção Dan R., meu tipo era “Japa” (tipo, tinha olho puxado, tava valendo). Não que eu ainda não curta, mas ampliei meu gosto, que agora abrange uma área bem maior. Mas saí das comunidades como “Eu quero um namorado japa”, “Adoradoras de japinhas”, entre outras. (mas só pra fixar: eu ainda acho japas lindos. E os coreanos e chineses também não são de se jogar fora... Mas falando de nacionalidade, o que me arrebata é um sotaque francês...).
Também saí de algumas daquelas comunidades de ódio do tipo “Odeio quem odeia tal banda”, “Odeio quem odeia tal anime”, “.......................”. Mas as “Odeio funk”, “Odeio Big Brother ”, “Odeio gente vazia”, …........, continuam firme e forte.

Nostálgica



Essa é a segunda versão que escrevo desse post. Na primeira eu estava meio pra baixo por um problema familiar. Menos otimista e motivada. Mas então quando eu estava prestes a postar, comecei a falar com uns amigos (dois em particular), que me deixaram feliz e empolgada. Falamos sobre acontecimentos felizes e futilidades, foi legal.
Lembrei de momentos bestas do passado (esses são os mais divertidos de se lembrar), de pessoas que fizeram diferença na minha vida, dos figurantes...
Tipo, tinha um professor no meu segundo ano para o qual quase todas as meninas pagavam pau (ele era charmoso e tinha pinta de RICO).
Houve uma vez que ele se agachou ao meu lado para explicar uma coisa que eu não tava entendendo, eu sou meio lerdinha em química e não entendi rápido. Nisso chega um amiga que era louquinha pelo cara e diz:
“É que ela estava prestando atenção em outra coisa...”, assim, toda cheia de sorrisos para o professor.
“Em que?”, ele me perguntou com aquele risinho convencido.
Ou quando eu ficava babando pelo Daniel Radcliffe e Tom Welling com a Mari. Ou quando eu e a Fran colocávamos medo nas outras pessoas da sala ao nos vestirmos só de preto, fazer o jogo do compasso e falar de magia negra... Nós tínhamos aquela coisa de família ( não aquelas famílias de gangue que só tem mano e piriguete. Família do tipo eu era mãe da Mayra, avó da Lê...)A Sit, que lia o que eu escrevia e que apesar de parecer boazinha era muito legal e tinha muita personalidade. O Tick, que eu não gostava no começo, mas depois virou amigo e entrou na “turma do rock”. O Dru, com quem eu falava de mangás e animes... A Kari, amiga doida e que também assustava as pessoas quando eu era criança (vai ver atraio essas pessoas com cara de malvadas...) e sempre me fez andar muito. Os “Excêntricos”, do primeiro ano. O Oli que me fez curtir Britney, O primeiro “Jesus” que eu conheci. O Kay que me ensinou a jogar truco...
Então eu mudei de colégio, e fiz novos amigos, a primeira foi a Jully, que me surpreendeu por ser tão obsecada por “Supernatural” e me fez virar fã também, a mesma pessoa que por acaso também é fão de ursinho pooh (vai entender...). A Buh e a Ju, que estavam sempre animadas, os meninos... Aquelas encrencas de que meu gostei tanto. Nunca vou esquecer do Doug (nome de guerra : DOUGLETE) dizendo “Olha essa perna! Diz que você não quer tocar essa perna peluda!”, Ou quando o Drika faltava e nós dávamos aquela desculpa “É que ele foi pííííiíí...!”. Ah, o terçol do Drika...
O segundo “Jesus” que conheci... Também não gostava dele no início. Mas depois que ele deixou eu tratá-lo como se fosse minha irmãzinha, a coisa mudou... Os “Luais” no fundão... As piadas do professor Cristiano... O pessoal da frente... A Bru e a Karol que sempre discutiam atualidades comigo e com a Jully, O quarteto Frá, Lipe, D. Frances e o E, que faziam aquelas cenas yaoi...
É tanta coisa que vai passando na cabeça que eu acabei escrevendo um conto - -' ...

Quando o meu olhar se perde no vazio



Tenho um costume problemático. As vezes, quando olho fixamente para algum lugar por alguns instantes, meu corpo acaba se acostumando e eu consigo ficar na mesma posição por um tempão sem me dar conta. Só que eu não fico com cara de boba, distraída nem nada assim. Eu simplesmente fico com a expressão de alguém interessada no que está vendo. Não que eu veja algo em especial. Nessas horas, eu tenho total noção de sons, se alguém me chamar, mesmo baixo, eu rajo na hora, é só o meu campo de visão que acaba se fixando naquilo.
Isso me causa dois problemas:

1.Quando alguém que eu conheço passa por mim, me olha ou sorri. Se eu tiver no meu estado de concentração no vácuo, a pessoa pensa que eu a vi mas a ignorei (sendo que eu não tive a menor ideia que ela já esteve ali, simplesmente, não entra no meu campo de visão).
Ou seja: Se você me vir, e eu parecer olhar fixamente para você, mas não responder o tchauzinho que você me mandar, não fique triste, é que não estava te vendo.

2.Quando lá estou, de boa, vislumbrando o horizonte, e de repente, chega um cara esquisito (ogro velho) e diz com um sorrisinho suspeito:
“Oi, eu vi que você tava me olhando...”
Aonde eu enfio a minha cabeça nessas horas?

“Quem se odeia, se ama...”



Tenho algo a dizer às pessoas que dizem isso:
OTÁRIOS.
Francamente, o que dá nas cabeça das pessoas para acharem que só porque dois indivíduos não se dão bem, eles se amam?
Não discordo totalmente. É mais fácil eu vir a gostar de um cara que eu já odiei, do que um que eu amo como irmão.
Mas essa não é a questão. E sim que: É possível sim odiar alguém do sexo oposto sem se sentir atraído por ele.
Se a regra do Ódio = Amor fosse universal e imutável, o mundo seria gay.
Mulheres que se odeiam (e são muitas), estariam se se pegando (no sentido sexual) nas salas da escola. Homens então...(><)! Aiaiai...
Vamos dar liberdade ao ódio! Que as pessoas possam se odiar em paz sem que os outros pensem besteiras sobre elas!

Eu odeio novela brasileira, mas em compensação...



Eu realmente não gosto de mocinhas inocentes e sem ação. Detesto ver aquelas histórias onde a mártir, por causa da sua doce burrice, complica a própria vida e depois acaba dependendo de todo mundo para se salvar. Mas...
Lá estava eu, que tinha acabado de terminar de assistir “Full House” (agora, um dos meus doramas favoritos.), buscando um novo seriado asático quando vejo uma foto bonita, e parto para ler a sinopse do dorama:

“Depois de finalmente tomar coragem para confessar seus sentimentos, Qi Yue (Rainie Yang) estava entregando sua carta de amor a Yuan Yi (Kingone), mas, por azar, ele não a viu e passou direto por ela. A pessoa que está diante dela é o problemático da escola, conhecido por seu comportamento diabólico, Jiang Meng (Mike He). O diabo conseguirá o que ele quer? O objeto do desejo de Jiang Meng é justamente Qi Yue!
Apesar da aparência de má pessoa, Jiang Meng tem um bom coração e é carinhoso, o que realmente toca Qi Yue. Há, no entanto, um grande obstáculo para essa relação: o pai de Jiang Meng se casará em breve com a mãe de Qi Yue. Apesar de não serem irmãos de sangue, quem aceitará uma relação entre os dois? O que acontecerá com esse relacionamento quando outras pessoas entrarem em cena?”

Opa! Cara malvado...! ADOOOOORO!!!

Assisti o primeiro episódio e corri para baixar o segundo. No início, achei a mocinha fofa, mas depois, lá para o quinto epi, eu queria socar a criatura!! MinhaNossaSenhoraDasAmebasMasoquistas, rogai por ela! Se o cara não fosse tão legal, eu possivelmente não teria paciência para assistir até o final! Que menina mais burra!! o tipo de pessoa estupidamente ingênua e pura incapaz de tomar uma atitude!
Como só falta 7 epis para acabar, vou ver até o fim, esperando que a besta reaja!

Baixei nesse site> http://newsf4aw.blogspot.com/2009/02/devil-beside-you.html