Faxina no Orkut



Vida nova...
Novos planos, novas ocupações, novas pessoas, novo orkut...
Nunca mudei tanto como nesses três últimos anos, lendo meus antigos diários, isso ficou ainda mais pronunciado.
Abri o orkut e logo vi as comunidades. Eu não costumo sair ou revisitar as comunidades do orkut, geralmente eu só entro, voto em alguma enquete interessante e esqueço.
Mas... Tinha cada pérola ali.
Decidi: Faxina no Orkut
Aquelas sobre bandas góticas e metal melódico que eu curtia saíram rapidinho. Eu gostava, mas agora nem consigo ouvir.
Talvez as piores eram as relacionadas ao Daniel Radcliffe, que por alguns anos foi o meu exemplar de homem perfeito (é, meu passado me condena...). Bizarrices como “Daniel Radcliffe: Meu marido”, “Me abana, é Dan Radcliffe”, “Assim você me mata Daniel... *com a foto dele pelado*”, ou até “Cho Chang tem cara de bolacha (nessa eu continuei)”.
Tirando a exceção Dan R., meu tipo era “Japa” (tipo, tinha olho puxado, tava valendo). Não que eu ainda não curta, mas ampliei meu gosto, que agora abrange uma área bem maior. Mas saí das comunidades como “Eu quero um namorado japa”, “Adoradoras de japinhas”, entre outras. (mas só pra fixar: eu ainda acho japas lindos. E os coreanos e chineses também não são de se jogar fora... Mas falando de nacionalidade, o que me arrebata é um sotaque francês...).
Também saí de algumas daquelas comunidades de ódio do tipo “Odeio quem odeia tal banda”, “Odeio quem odeia tal anime”, “.......................”. Mas as “Odeio funk”, “Odeio Big Brother ”, “Odeio gente vazia”, …........, continuam firme e forte.

Nostálgica



Essa é a segunda versão que escrevo desse post. Na primeira eu estava meio pra baixo por um problema familiar. Menos otimista e motivada. Mas então quando eu estava prestes a postar, comecei a falar com uns amigos (dois em particular), que me deixaram feliz e empolgada. Falamos sobre acontecimentos felizes e futilidades, foi legal.
Lembrei de momentos bestas do passado (esses são os mais divertidos de se lembrar), de pessoas que fizeram diferença na minha vida, dos figurantes...
Tipo, tinha um professor no meu segundo ano para o qual quase todas as meninas pagavam pau (ele era charmoso e tinha pinta de RICO).
Houve uma vez que ele se agachou ao meu lado para explicar uma coisa que eu não tava entendendo, eu sou meio lerdinha em química e não entendi rápido. Nisso chega um amiga que era louquinha pelo cara e diz:
“É que ela estava prestando atenção em outra coisa...”, assim, toda cheia de sorrisos para o professor.
“Em que?”, ele me perguntou com aquele risinho convencido.
Ou quando eu ficava babando pelo Daniel Radcliffe e Tom Welling com a Mari. Ou quando eu e a Fran colocávamos medo nas outras pessoas da sala ao nos vestirmos só de preto, fazer o jogo do compasso e falar de magia negra... Nós tínhamos aquela coisa de família ( não aquelas famílias de gangue que só tem mano e piriguete. Família do tipo eu era mãe da Mayra, avó da Lê...)A Sit, que lia o que eu escrevia e que apesar de parecer boazinha era muito legal e tinha muita personalidade. O Tick, que eu não gostava no começo, mas depois virou amigo e entrou na “turma do rock”. O Dru, com quem eu falava de mangás e animes... A Kari, amiga doida e que também assustava as pessoas quando eu era criança (vai ver atraio essas pessoas com cara de malvadas...) e sempre me fez andar muito. Os “Excêntricos”, do primeiro ano. O Oli que me fez curtir Britney, O primeiro “Jesus” que eu conheci. O Kay que me ensinou a jogar truco...
Então eu mudei de colégio, e fiz novos amigos, a primeira foi a Jully, que me surpreendeu por ser tão obsecada por “Supernatural” e me fez virar fã também, a mesma pessoa que por acaso também é fão de ursinho pooh (vai entender...). A Buh e a Ju, que estavam sempre animadas, os meninos... Aquelas encrencas de que meu gostei tanto. Nunca vou esquecer do Doug (nome de guerra : DOUGLETE) dizendo “Olha essa perna! Diz que você não quer tocar essa perna peluda!”, Ou quando o Drika faltava e nós dávamos aquela desculpa “É que ele foi pííííiíí...!”. Ah, o terçol do Drika...
O segundo “Jesus” que conheci... Também não gostava dele no início. Mas depois que ele deixou eu tratá-lo como se fosse minha irmãzinha, a coisa mudou... Os “Luais” no fundão... As piadas do professor Cristiano... O pessoal da frente... A Bru e a Karol que sempre discutiam atualidades comigo e com a Jully, O quarteto Frá, Lipe, D. Frances e o E, que faziam aquelas cenas yaoi...
É tanta coisa que vai passando na cabeça que eu acabei escrevendo um conto - -' ...